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Quem somos | Articulação do Extrativismo no Cerrado

Articulação do Extrativismo no Cerrado

Quem somos

A Articulação do Agroextrativismo é o primeiro passo em torno da construção de uma nova subjetividade social em torno do Cerrado, por meio do fortalecimento do protagonismo das suas populações - os Povos do Cerrado. A luta pelo território Cerrado que é demonstrada e defendida aqui pelos camponeses, extrativistas, vazanteiros, ribeirinhos/pescadores, quilombolas e indígenas também é construída neste território de saberes e culturas que se confrontam com a expansão do agronegócio e a ausência de políticas públicas. Assim a Articulação do Agroextrativismo busca:

§  a defesa e reconhecimento do direito territorial das populações do Cerrado, através da criação de Reservas Extrativistas no Cerrado e Assentamentos Agroextrativistas, bem como a regularização de terras indígenas e quilombolas ;

§  o reconhecimento do Cerrado na Constituição Brasileira, como Patrimônio Nacional;

§  incluir nos programas governamentais formas de apoio aos processos de produção, manejo, beneficiamento e comercialização agroextrativista no Cerrado;

§  a viabilização de Fundos e Financiamentos para projetos sustentáveis no Cerrado;

§  incluir na legislação florestal brasileira a proteção das áreas de chapadas como áreas de preservação permanente;

§  impedir o uso de variedades transgênicas na área do bioma;

Em 2003 a Articulação do Agroextrativismo no Cerrado, por meio do projeto Rede de Agroflorestadores do Cerrado apoiado pelo FNMA - Fundo Nacional do Meio Ambiente vem construindo uma visão comum da diversidade cultural e biológica dos Cerrados, a partir de seus povos, realizando um amplo diagnóstico e avaliação das experiências agroextrativistas no bioma Cerrado.

A Articulação do Agroextrativismo está fundamentada, em experiências que tomam por base a produtividade biológica primária para sua reprodução (sistemas agroflorestais, agrosilvopastoris, agroextrativistas, agroecológicos praticados por comunidades camponesas - Geraizeiros, Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu, Sertanejos, Retireiros, Ribeirinhos, Vazanteiros, Afrodescendentes (Quilombolas) e pelos muitos Povos Originários (‘indígenas’), ou seja, de maior riqueza e compreensão da dinâmica geral do bioma como um todo. Desta maneira, sinalizamos caminhos ao cruzarmos estas experiências no bioma como um todo, pois valorizamos o conhecimento produzido com o bioma e somente a partir daí estabelecemos um diálogo com o conhecimento produzido sobre o bioma.

Acreditamos que deva haver um diálogo de saberes e não, simplesmente, a extensão de saberes produzidos fora da vivência. Há uma enorme tradição de abertura para o conhecimento diferente por parte dos Povos dos Cerrados, cuja maior evidência é a partilha e troca de sementes, de receitas, de remédios. Além disso, valorizamos as experiências capazes de se tornarem base para a sustentação de políticas públicas e, por isso, experiências coletivas e de auto-organização. Afinal, se alguma política para os Cerrados tiver que ser, de fato, instituída que o seja ancorada nas organizações constituídas por seus próprios habitantes pelo notório saber que detém e que lhes dá autoridade para dialogar com outras fontes de conhecimento.

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